quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Desmistificando o vício de artigos eróticos.

A individualidade e a rotina são uns dos principais motivos do segmento erótico vender cada vez mais ao ano. Solteiras e casadas podem ser vítimas do uso desvirtuado de alguns desses artigos.

Preocupada com a saúde sexual de seus clientes e num atendimento personalizado, a Rede Mel, empresa de produtos eróticos e sensuais de venda direta, firmou parceria
com a sexóloga Carla Cecarello para fornecer consultoria às revendedoras e desmistificar temas sexuais polêmicos e presentes no cotidiano. Com acesso à informação, a equipe de vendas entende um pouco mais sobre o comportamento sexual e a hora certa de recomendar e escolher um produto.

Um dos temas polêmicos,é saber se estes produtos eróticos viciam. Com um tempo de uso, é possível sentir prazer somente com o uso desses acessórios? Com este costume, o orgasmo não é mais atingido através de uma relação sexual natural?
“Não que os artigos eróticos contenham substâncias químicas que viciam as pessoas, mas seu uso pode se tornar tão agradável ou até melhor que a relação sexual. Isso pode acontecer sim: preferir aos acessórios que ao(a) parceiro(a) ou então, permanecer com momentos solitários, como a masturbação”, observa Carla.

Segunda ela, o uso de acessórios para apimentar a relação ou satisfazer-se sozinha (o) é saudável até o momento em que o casal percebe que o uso dos mesmos torna a relação mais excitante, divertida, mas que não se crie a necessidade de toda a relação sexual utilizá-los. Realmente, é encará-los como co-adjuvante na relação e não protagonistas.

Os sinais que identificam que o “vício” está instalado é, principalmente quando em TODAS (ou na maior parte delas) as relações sexuais é sugerido o uso deles. Ou então, quando a pessoa passa a gastar muito dinheiro com acessórios sexuais. Ou ainda quando passa uma boa parte do seu tempo buscando coisas novas, em termos de artigos eróticos, na internet. Estes são os principais indícios. Não existe um perfil específico para identificar essa tendência, depende muito da personalidade e carência de cada um.

Dos mais “perigosos”, os vibradores em formato de pênis podem viciar mais. Isso se aplica tanto às mulheres quanto aos homens. Em seguida, os estimulantes e massageadores. E aí, se o casal, de vez em quando desejar experimentar acessórios sexuais, esta é uma ótima chance para conhecerem outros acessórios (e não ficarem só nos tradicionais) para se divertir e esquentar mais a relação.

Exemplos de produtos criativos que dão prazer simultaneamente,são: capas penianas massageadoras, nas quais tem diferentes texturas para dar mais prazer ao corpo da mulher e do homem. Em alguns casos, há ainda, um estimulador clitoriano instalado estrategicamente na base dessa capa, introduzida no pênis do homem, garantindo prazer mútuo.

Capa peniana com estimulador:
O anel peniano ganhou o reforço de um minivibrador instalado no estimulador clitoriano. O aparelhinho, que, aliás, vem na mesma cor que o anel (um tom rosa bem feminino), emite vibrações fortes. Não deve ser usado por mais de 30 minutos seguidos.

Butterfly com vibro é o mais desejado dos estimuladores. A borboleta produzida em jelly vem com uma cinta para o perfeito posicionamento sobre o clitóris, deixando o casal livre para a penetração e para alcançar o prazer ainda mais intenso. A cápsula vibratória multivelocidade acoplada ao bichinho é controlada por um controle remoto com um fio de 65 cm, o que permite seu uso separado em todas as partes do corpo.









Fonte: Carla Cecarello - Jornal Brasil Fashion News

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