quarta-feira, 30 de março de 2011

Penetração: Sexo anal.

As carícias preliminares destinadas à excitação da zona anal devem ter sempre como objetivo relaxar e dilatar os esfíncteres externo e interno. São músculos potentes, de forma circular e de grande elasticidade, cujas possibilidades de estirar-se e abrir o orifício são notáveis.

Quando alguém vai ser penetrado pelo pênis ou pelo vibrador, é normal que ocorra uma reação instintiva que faz os esfíncteres anais se fecharem. Assim, para obter uma abertura do ânus de modo a poder penetrá-lo, é preciso fazer o movimento contrário: relaxar os músculos e movê-los como se os preparasse para a defecação. O reflexo inicial gerado por esses movimentos pode transmitir uma sensação de insegurança, mas quando os intestinos são previamente esvaziados e limpou-se o reto, não ocorre nada de imprevisto ou desagradável.

Quando os esfíncteres se abrem, a penetração se produz com naturalidade, mas é preferível fazer isso passo a passo. Primeiro, convém introduzir a ponta de um dedo com saliva e fazer movimentos circulares. Depois, salivar o ânus com a língua e dar beijos prolongados: além de facilitar o relaxamento dos músculos, isso eleva a excitação. Seguramente, quanto mais carícias se fazem no ânus e a libido do receptor aumente, mais ele irá se descontraindo.

O ânus masculino apresenta a particularidade de que é possível estimular a próstata com uma penetração leve, e isso proporciona uma sensação de prazer tão intensa que, além de facilitar a penetração, eleva o desejo a tal ponto que muitos homens ejaculam nesse momento.

Na mulher, o medo da dor aparece como a barreira inicial que é necessário ultrapassar. Para que a excitação suplante tais temores, é recomendável que as carícias no ânus sejam acompanhadas simultaneamente de uma suave masturbação. A sensação crescente de orgasmo que se apodera da mulher favorece a descontração tanto da vagina quanto do ânus, de modo que a penetração se faz sem dificuldade; a transmissão do gozo do orgasmo ao reto ajuda evitar a dor.

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Fonte: Negócio BA

História do sexo grupal.

Desde as origens, o sexo grupal foi adotado por diferentes tribos e clãs como fórmula efetiva para a sobrevivência do grupo, nos momentos em que a fertilidade era requerida aos deuses. Mais tarde, os próprios deuses serviram de exemplo. Dizem que Baco, o deus grego do vinho, organizava festas com multidões onde não havia limites para o vinho nem para a comida e o sexo. As orgias derivam dessas práticas, e os festins romanos talvez sejam os mais lembrados.

Mas as cortes medievais dos reis bárbaros e católicos também organizavam suas orgias, incluindo o clero, e isso era um dos fatores de poder da época. Nos séculos posteriores, a prática do sexo grupal foi se ocultando, tornou-se um tabu inconfessável; por um lado, pela influência cultural, e, por outro, pela hipocrisia daqueles que detinham o poder: nobres, militares e sacerdotes.

Em suas festas privadas, eles praticavam com freqüência o sexo grupal, pois isso liberava e era prazeroso, mas essas práticas não eram permitidas ao povo porque não se adequavam aos dois sentimentos necessários para infundir a dominação: medo e repressão.

Atualmente, o sexo grupal parece levantar vôo. Segundo a opinião de muitos, as sensações mais primitivas, como o desejo sexual e a excitação, aumentam nos ambientes em que se pode ouvir, ver, tocar e acompanhar outras pessoas durante o sexo.

Fonte: Negócios BA

Swinger

Swinger é hoje a palavra mais popular para denominar os lugares de troca de casais e de relações liberais. É uma palavra bem apropriada, uma vez que provém do verbo inglês "to swing", que significa ritmo ou balanço e remete à liberdade de movimentos.

Por isso, no jargão sexual, o swinger é aquela pessoa casada, solteira ou divorciada que, com a mente aberta e sem complexos, está disposta a experimentar o sexo em suas múltiplas possibilidades. Trata-se de um perfil bem determinado: é alguém que vive a sexualidade de forma natural e com plena liberdade de decisão; dedica-se a atividades bastante estimulantes como troca de parceiros, sexo grupal, trios ou outras opções preferidas disponíveis àqueles que participam de sessões nesse ambiente liberal.

Embora se acredite que o swinging seja praticado principalmente por casais estáveis, a verdade é que cada vez mais os solteiros e as solteiras incorporam ao seu estilo de vida essa estimulante prática sexual. Quase sempre são pessoas que têm uma relação equilibrada e boa consigo mesmas e também com seus parceiros, quando os têm.

Outra característica distintiva é a negação absoluta da monotonia e da rotina: frente a esse risco, elas preferem aventurar-se, liberar-se e buscar novos horizontes sexuais.

Fonte: Negócios BA

Chá de "lingerie" com pimenta...

Mas afinal o que é um chá de lingerie?

Os presentes são claro, lingerie! Tudo com o o objetivo de "apimentar" a vida do novo casal!

As brincadeiras podem ser as mesmas do chá de panela, ou até mesmo mais picantes!

Nos EUA é muito comum as amigas se reunirem numa "Slumber party" (Festa de Pijama)com uma representante de uma SEX SHOP! Já fui à uma e é BEM divertido! Rende muitas gargalhadas e você pode perder a vergonha!

Então a ideia de apimentar seu chá de lingerie é chamar alguém que represente uma sex shop... E funciona assim: a pessoa vai e leva tudo aquilo que você sempre viu, e teve vergonha de perguntar! Mostra como as coisas funcionam e tudo isso de uma maneira bem descontraída! Acredite, é sucesso entre a mulherada! E então as amigas podem comprar com ela presentinhos para as noivas ou até mesmo para elas próprias!

Deixem a vergonha de lado pois a brincadeira vale à pena! É diversão NA CERTA! Ainda mais que a pessoa que mostra os apetrechos é sempre muito descontraída e fala sempre com a maior naturalidade, o que fica bem engraçado!

Então já sabe! Coloque o espumante com morango pra gelar, chame as amigas e preparem-se para um dia de muita diversão!

Fonte: Shana Zanotta

Pimenta no SEXO dos outros é...

O site feminino do IG, o “delas” dá dicas para apimentar o sexo. (por Tati Bernardi)

COMENTÁRIOS DESSA COLUNISTA:

Lembro quando um namorado meu inventou de me vendar. Eu estava na sala da casa dele, assistindo a novela das oito, quando ele começou a descer as escadas escondendo algo e com cara de tesão. As luzes estavam todas acesas, eu estava podre depois de um dia de mais de dez horas de trabalho e morreria por uma pizza inteira daquelas bem trash, tipo frango com catupiry. Ele não me perguntou nada e já foi me cegando crente que estava abafando. O lenço tinha cheiro de perfume feminino e fiquei o tempo todo me perguntando quem tinha esquecido aquele pano maldito na casa dele. Quem tinha sido a vaca que tinha brincado de vaca cega. Não consegui relaxar. Até que falei: vamos pedir uma pizza e depois a gente pode brincar disso mas vai ser com algum lencinho meu, limpinho e tal, e daí você me conta quem foi a puta que esqueceu essa merda dessa desgraça de lenço aqui. Ele não só ficou uma semana sem querer transar como ainda me fez pagar a pizza.

VEJAM AS DICAS:

1. Use um gel excitante, faça uma massagem, coloque o preservativo com a boca, tente um filme erótico;

2. Uma massagem tailandesa também é uma maneira criativa para esquentar as coisas;

3. Saiba provocar. Quanto mais os dois resistirem à penetração, mais prazerosa será a relação. Uma dica é ler um pouco sobre sexo tântrico;

4. Varie sempre as lingeries, mesmo quando for só para dormir com ele. Prepare bem o ambiente, com velas e aromatizantes. Use frutas ou um licor para brincar com o parceiro;

5. A aptidão física está intimamente ligada à vida sexual, promovendo o condicionamento;

6. Visite um sex shop (e deixe os preconceitos em casa). Fantasias, cremes comestíveis e estimulantes para ele e para ela não vão faltar…

7. Mude de ambiente. Um grande mal dos casais que já vivem juntos ou que um deles mora sozinho é ter o mesmo quarto como o único cenário das transas. Vão ao motel, transem no carro, em um lugar público. E fuja daquela sequência sexual repetitiva que os casais sempre montam.

Fonte: Revista Alfa.