quarta-feira, 30 de março de 2011

História do sexo grupal.

Desde as origens, o sexo grupal foi adotado por diferentes tribos e clãs como fórmula efetiva para a sobrevivência do grupo, nos momentos em que a fertilidade era requerida aos deuses. Mais tarde, os próprios deuses serviram de exemplo. Dizem que Baco, o deus grego do vinho, organizava festas com multidões onde não havia limites para o vinho nem para a comida e o sexo. As orgias derivam dessas práticas, e os festins romanos talvez sejam os mais lembrados.

Mas as cortes medievais dos reis bárbaros e católicos também organizavam suas orgias, incluindo o clero, e isso era um dos fatores de poder da época. Nos séculos posteriores, a prática do sexo grupal foi se ocultando, tornou-se um tabu inconfessável; por um lado, pela influência cultural, e, por outro, pela hipocrisia daqueles que detinham o poder: nobres, militares e sacerdotes.

Em suas festas privadas, eles praticavam com freqüência o sexo grupal, pois isso liberava e era prazeroso, mas essas práticas não eram permitidas ao povo porque não se adequavam aos dois sentimentos necessários para infundir a dominação: medo e repressão.

Atualmente, o sexo grupal parece levantar vôo. Segundo a opinião de muitos, as sensações mais primitivas, como o desejo sexual e a excitação, aumentam nos ambientes em que se pode ouvir, ver, tocar e acompanhar outras pessoas durante o sexo.

Fonte: Negócios BA

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