sábado, 30 de julho de 2011

10 idéias de sexo de tirar o fôlego.

10 ideias de tirar o fôlego para você agitar sua vida sexual
Foto: Thinkstock



Você já sabe exatamente o que fazer na cama: desvendou o mapa para o seu ponto G, tem gravado o telefone daquele colega reserva e conhece uma série de posições sexuais. É hora de se tornar uma expert com um guia de sexo que vai deixar o que era bom muito melhor

1. Bom menino
Elogie a performance dele. "Homens adoram saber se fizeram um ótimo trabalho. Se você der uma resposta positiva, ele vai se sentir bem consigo mesmo e querer agradá-la ainda mais", diz Steve Bodansky, coautor de The Instant Orgasm (O instante do orgasmo). "Se você elogia e diz 'Eu gostei quando você fez dessa maneira', ele vai reproduzir o gesto da próxima vez", diz o terapeuta sexual Claudecy de Souza.

2. Pé quente
"O pé tem 7 mil terminações nervosas", diz Michelle Ebbin, especialista em reflexologia. Pressionar a área logo abaixo dos ossos do tornozelo na parte interna dos pés envia energia para os órgãos sexuais.

3. Use a língua
Uma boa técnica, para os dois, é passar a língua entre os dedos do pé. É muito excitante.

4. Sim, não, talvez
Pensem em todas as posições, fetiches e fantasias de que já ouviram falar. Coloquem no papel se as fariam, não fariam, ou podem pensar sobre. Vocês vão acabar descobrindo desejos comuns, que nem imaginavam existir.

5. Use um tapa-ouvidos
Você vai ouvir somente o som da sua respiração. Então aproveite para explorar os outros quatro sentidos.

6. Mordidinha do amor
Enquanto ele estimula o seu clitóris, peça para morder suavemente outra parte erógena de seu corpo: a parte de trás do joelho.

7. Reflexo do desejo
Uma pesquisa do Centro para Adição e Saúde Mental de Toronto, no Canadá, mostra que o visual afeta muito mais as mulheres do que se pensava. Use um espelho. Ver a si mesma em ação vai aumentar o seu desejo.

8. Fique de meias
A chance de atingir o orgasmo sobe 30% se você não passar frio na cama, segundo uma pesquisa alemã. O frio sem dúvida atrapalha a concentração, desviando o foco.

9. Assuma o controle
As mulheres são tradicionalmente passivas. Inverter os papéis vai ajudar a tirar o sexo da rotina. Tome a iniciativa assim que ele cruzar a porta de casa. Sugestão para você bancar a dominadora: cubra os olhos dele com a blusa que você está usando. Seu perfume natural é um ótimo afrodisíaco.

10. Brinde na cama
Pesquisadores do Hospital Santa Maria Anunziatta, na Itália, revelam que mulheres que bebem um ou dois copos de vinho por dia sentem mais desejo e têm mais lubrificação do que aquelas que não tomam a bebida.

Fonte: mdemulher

8 mandamentos para uma vida sexual turbinada.

Dicas picantes para você curtir mais na hora da transa.

Foto: Getty Images
Dicas e truques infalíveis para você incendiar a cama

Confira nossas dicas para curtir melhor a transa e dê um chacoalhão na sua vida sexual

1. Aprenda a gostar de si própria. E mude o que achar necessário!

2. Exercite seu lado sexy! Para isso, jogue fora medos, travas e bloqueios.

3. Priorize seus desejos. Só assim você poderá valorizar os desejos do seu parceiro.

4. Seja autêntica. Não adianta querer copiar o estilo sexual de outra pessoa.

5. Pense mais em sexo para estimular o desejo. Veja um filme, leia revistas...

6. Trabalhe o amor-próprio. Quanto mais confiante, mais gostosa é a mulher.

7. Cuide da sua saúde. Visite o ginecologista anualmente.

8. Busque um terapeuta sexual, caso algo a incomode.

Fonte: mdeMulher

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Manual do Sexo Tântrico.

Nada de ejaculação precoce nem pressa: o sexo tântrico busca o prazer máximo e duradouro com os cinco sentidos. Se você quer experimentar o chamado hiperorgasmo, tome nota na dica abaixo e nas dicas no quadro ao lado!

Carícias

Uma relação sexual comum dura por volta de 15 minutos. O sexo tântrico deve durar ao menos duas horas. Caso dure menos de uma hora, é considerado ejaculação precoce. O sexo tântrico tem uma duração mínima, mas não uma máxima: quanto mais tempo durar, mais prazer proporcionará. O tantra encoraja o homem a fazer com que sua companheira se sinta divina.

Sem dúvida, os norte-americanos não praticam o sexo tântrico: 70% deles ejaculam apenas dois minutos depois da penetração. O sexo tântrico tem como proposta exatamente o contrário: evitar a penetração rápida e brusca, para que a ejaculação não seja o único motivo da relação sexual.

O sexo tântrico leva em conta que nossa pele possui cerca de 600 mil pontos de sensibilidade. A ejaculação é considerada um desperdício de energia vital e por isso deve-se aprender a adiá-la.

Começando

Faz parte do ritual tântrico iniciar o sexo com uma contemplação e adoração mútuas, com palavras doces e carícias, fazendo amor com os olhos bem abertos, sem dispersão ou agressividade, sem pressa e com sentimento.

Depois das carícias tântricas, o passo a seguir é o sexo tântrico, cujo objetivo principal é prolongar a excitação sexual do casal.

O pênis do homem deve penetrar a vagina de sua companheira, mas apenas cerca de dois centímetros e meio. O homem mantém o pênis dentro um minuto, depois o retira e o descansa sobre o prepúcio do clitóris da companheira antes de voltar a penetrar.

Esse jogo deve ser mantido por cerca de vinte minutos, quando se iniciam as dez posições básicas do sexo tântrico. Essas devem ser executadas seguidamente ao longo de duas horas.

Devem ser alternadas por descansos e pausas para que o casal descanse, a ereção se distensione e os corpos reponham forças bebendo ou comendo algo leve.

As posições

Depois da introdução, o sexo tântrico começa com o casal sentado, os dois levemente inclinados para trás e se apoiando o peso nos braços. A penetração é lenta e os movimentos pélvicos circulares.

A seguir acontece a penetração profunda. A mulher deve abrir bastante as pernas, quase em forma de V. Compensando o esforço físico anterior, o sexo segue com o casal sentado, cara a cara, os corpos erguidos e as pernas entrelaçadas. É uma postura para abraçar-se, acariciar-se e deixar que circulem os sentimentos.

A postura clássica do missionário é a quarta etapa. O homem deve procurar a todo momento retardar e refrear sua ejaculação, porque a quinta etapa o levará a uma postura mais cômoda: com o homem deitado, a mulher se senta agachada sobre ele em plenitude completa, ambos unidos pelas mãos, fazendo movimentos pélvicos circulares.

Um momento de descanso

A sexta posição é uma variação da anterior: o homem coloca algum apoio (almofadas) sob as costas, nos quais pode apoiar-se. Assim, a mulher pode mostrar-lhe seu corpo e oferecer-lhe seus seios para que ele os beije.

O sétimo passo obriga ambos a se olharem nos olhos e a deter a marcha da relação. É um passo difícil, mas é obrigatório para conservar a energia até o final. Para isso, uma postura clássica com o homem recostado sobre ela é o ideal.
Depois do instante de relaxamento, a oitava etapa coloca o homem em cima, por trás da mulher, ambos estirados, com penetrações profundas.

O nono momento é o das tesouras. É uma postura atípica, na qual ela recebe quase de costas, passando uma perna sobre a cintura do parceiro, que a penetra profundamente, entrelaçando os corpos. É o prelúdio da última postura: ele está semi-incorporado e ela e se senta sobre ele, dando-lhe as costas e deixando-se penetrar suavemente enquanto ele lhe acaricia os seios e beija o pescoço.

Todas as etapas do sexo tântrico foram cumpridas e a excitação dos amantes é absoluta. Este é o momento de viver algo difícil de narrar: o hiperorgasmo.
Os segredos do hiperorgasmo: nada de pressa

Um êxtase de prazer infindável e muito mais intenso que um orgasmo comum. Isto é o hiperorgasmo, um estado quase sobrenatural de nossa sexualidade que se pode alcançar através do sexo tântrico.

Sem pressa

O hiperorgasmo não é um espasmo de alguns poucos segundos, mas um estado de êxtase iluminado. Mas é possível a qualquer pessoa alcançá-lo?

Não é preciso ser nenhum atleta sexual para atingir o hiperorgasmo.

Mas algumas condições básicas são necessárias. Sensibilidade, sutileza, desinibição, concentração, capacidade de se esquecer do tempo e das obrigações são indispensáveis. Além disso, é preciso renunciar à pressa, às comidas gordurosas, às bebidas alcoólicas, ao fumo e, em especial, não focalizar no orgasmo como único foco importante do sexo

Um êxtase de prazer infindável e muito mais intenso que um orgasmo comum. Isto é o hiperorgasmo, um estado quase sobrenatural de nossa sexualidade que se pode alcançar através do sexo tântrico.

Sem pressa

O hiperorgasmo não é um espasmo de alguns poucos segundos, mas um estado de êxtase iluminado. Mas é possível a qualquer pessoa alcançá-lo?

Não é preciso ser nenhum atleta sexual para atingir o hiperorgasmo.

Mas algumas condições básicas são necessárias. Sensibilidade, sutileza, desinibição, concentração, capacidade de se esquecer do tempo e das obrigações são indispensáveis. Além disso, é preciso renunciar à pressa, às comidas gordurosas, às bebidas alcoólicas, ao fumo e, em especial, não focalizar no orgasmo como único foco
importante do sexo.

Além dos limites físicos

O sexo tântrico é uma filosofia de comportamento. É preciso um mínimo de três horas para cumprir com sucesso as diversas etapas e alcançar um estado tal de hiperestesia erógena (alta sensibilidade), que se transforme no tão desejado hiperorgasmo.
É como ultrapassar o prazer físico até uma dimensão que supere exatamente os limites físicos.

O hiperorgasmo não é um espasmo físico, mas sim o ponto mais alto do prazer, com uma duração bastante acima do comum. Quem já experimentou garante que dura horas, embora provavelmente seja mais certo falar de minutos. O estado de prazer é tal que pode incluir a perda de consciência

Um maremoto de prazer

Os defensores do sexo tântrico descrevem assim o orgasmo comum: "os simples mortais imaginam que o máximo do prazer é alcançar um orgasmo comum. A verdade é que experimentaram apenas um espasmo nervoso acompanhado de um pequeno prazer durante um curtíssimo espaço de tempo".

E eles mesmos definem o hiperorgasmo como "um maremoto de prazer indescritivelmente melhor do que um orgasmo comum, que mantém o êxtase por tempo ilimitado".

Quem já experimentou as carícias tântricas, o sexo tântrico e o hiperorgasmo, diz que essas práticas mudaram suas vidas. A vida fica mais alegre, a produtividade aumenta. Os praticantes também argumentam que se tornam mais sábios, porque alcançaram uma nova dimensão do ser humano.

O hiperorgasmo depende exclusivamente da vontade de cada um, mas há algumas condições básicas que devem ser cumpridas para chegar a esse estado superior do prazer.

O importante é o caminho

A primeira condição é romper com a idéia ocidental contemporânea de praticar sexo. Essa é uma idéia primária e instintiva, com foco na reprodução.

A finalidade do sexo no Ocidente é chegar ao orgasmo. O sexo tântrico, ao contrário, tem como objetivo o prazer da prática em si mesma, sem objetivo final. Se a relação dura menos de uma hora, o tantrismo a considera ejaculação precoce.

O sentimento

O carinho mútuo e a sensibilidade compartilhada são fundamentais nessa prática. A pressa está proibida e, nas várias horas que deve durar a relação, é preciso esquecer-se do mundo.

É importante sentir-se leve, ágil e livre. Por isso, é preciso alimentar-se de maneira saudável, sem nenhum excesso, sem álcool, fumo, carnes vermelhas, gorduras ou doces.

O ambiente precisa ser tranqüilo, acolhedor, com música suave. Deve-se dar importância a todos os rituais.

A prática tântrica precisa ser compartilhada pelo casal. Deve ser uma oferenda vital, a ser realizada com os olhos e o coração bem abertos. As várias horas de atividade devem ser alternadas com períodos de descanso, para relaxar os sentidos e alcançar mais prazer.

O tantrismo crê que a ejaculação é um desperdício de energia vital, por isso ensina o homem a controlá-la e adiá-la.

Calma, paciência, doçura, olhos nos olhos, sem pressa... condições básicas para passar das carícias tântricas ao sexo tântrico e deste ao hiperorgasmo, o auge do prazer sexual.

Fonte: Vida a Dois

Mulheres admitem fazer sexo, mesmo cansadas, para perder peso.

Kim Cattrall e Mel C são algumas das celebridades que já assumiram ter o sexo como uma forma de queimar calorias

Dor de cabeça? Cansaço? TPM? Nada disso é mais desculpa para "fugir" do marido na hora do sexo. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo jornal britânico Daily Mail, muitas mulheres admitem não abrir mão de uma boa noite de sexo, mesmo exaustas, visando um objetivo que vai além do prazer: perder peso - o que, além de tudo, seria uma forma barata de eliminar alguns quilinhos.

Algumas celebridades são defensoras ferrenhas deste conceito, como Kim Cattrall, mais conhecida pela sua personagem ninfomaníaca do seriado Sex and the city. Ela
afirma que o sexo é a sua dieta preferida, complementada por exercícios de Pilates.
A ex-Spice Girl Mel B também já declarou que o sexo a ajuda a ficar de bem com a balança.

O estudo mostrou que 76% das mulheres estão dispostas a introduzir o sexo em suas rotinas, ainda que estejam cansadas, para queimar calorias. Além disso, quase dois terços das entrevistadas disseram que se sentem mais felizes queimando calorias em atividades como aspirar a casa ou fazendo amor do que em um treino tradicional oferecido pelas academias.

Kerry McCloskey, no livro The Ultimate Sex Diet, afirma que meia hora de sexo pode mandar embora de 150 a 250 calorias, sendo que, dependendo da performance do casal, este número pode chegar até 350. O simples ato de beijar, por uma hora, pode eliminar 200 calorias.

O artigo também indica que a atividade sexual pode diminuir o risco de ataques cardíacos e ajudar as pessoas a viver mais tempo. Além disso, o orgasmo estimula as células do sistema imunológico.

Fonte: Vida a Dois

domingo, 17 de julho de 2011

Masturbação Masculina.

Técnicas com as mãos

1) Uma mão: O uso de apenas uma mão é provavelmente a técnica mais usada e a mais comum entre a maioria dos homens. Você apenas segura o pênis com uma mão e faze movimento de vai-vem.

2) Mão alternada: Nesse método você alterna as mãos. Primeiro, usa faz um movimento com uma mão da base do pênis para a ponta, e depois utiliza a outra para fazer o movimento contrário.

3) Duas mãos: Caso seu pênis for grande o suficiente, as duas mãos simultaneamente para fazer o movimento vai-vem como técnica de apenas uma mão.

4) Com os dedos: Nesse caso, você irá utilizar o polegar e o indicador para substituir a mão. Uma variação seria usar o dedo médio junto com o indicador e polegar. Você enlvove o pênis em seus dedos e faz o movimento de vai-vem variando a velocidade e pressão.

Outras técnicas:

Existem muitas outras técnicas que ajudam o homem a se masturbar. No chuveiro, o jato de água pode ser um estimulante adicional.

Lembrem-se que quando estão se masturbando, provavelmente não haverá mais ninguém te observando, então praticamente tudo que te der prazer é válido. Basta usar a criatividade. Caso fique preocupado com a ejaculação, utilize uma camisinha na masturbação. Além da prática na colocação, você não irá fazer tanta sujeira.

Fonte: Flavinha - Meninas Maldosas

Orgasmo em excesso pode ser sinal de doença.

Para as mulheres anorgásmicas ou que apresentam dificuldades em chegar ao clímax, ter orgasmos de maneira intermitente pode parecer um sonho. Mas quem passa por isso não enxerga dessa forma e chega a se isolar e até a pensar em suicídio.Publicidade

Descoberta em meados de 2001, a Síndrome da Excitação Sexual Persistente é muito rara e leva a mulher a ter orgasmos em qualquer lugar e a qualquer hora.

O problema foi tema do documentário "100 Orgasmos por dia", exibido pelo canal pago Discovery Home and Health e contou com depoimentos de mulheres que sofrem desse mal. "A sensação de excitação chega a durar dias ou meses. Tenho 30 anos de medicina e até hoje só conheci um caso", comenta Dr. Gerson Pereira Lopes, presidente da Comissão de Sexologia da Febrasgo - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.

Além da falta de estudo e de preparo dos médicos para tratar do assunto, quem sofre desse problema têm vergonha de revelá-lo. Inicialmente se diagnostica os sintomas da síndrome como hipersexualidade ou ninfomania. Porém, o especialista afirma que há diferenças entre este problema e a síndrome.

"A mulher ninfomaníaca tem vontade excessiva de fazer sexo. E quando chega ao orgasmo, seja na masturbação ou com o parceiro, sente alívio", explica Dr. Gerson. "Já a que sofre com a síndrome possui sensações fisiológicas, como pulsações e formigamentos, sem ter nenhum desejo consciente. Ela pode atingir o orgasmo, mas continua tendo horas e dias de excitação", completa.

Há relatos de mulheres que definem essa sensação como confortante e até divertida. Mas só é possível encarar dessa maneira quando as sensações são espaçadas. "A excitação constante pode causar angústia, o que atrapalha e muito a vidas social e sexual de quem tem a síndrome", diz Dr. Gerson.

Em 2007, um relato veio a público: Sarah Carmen, uma britânica de 24 anos, revelou ao jornal "News of the World" que tinha em média 200 orgasmos por dia. Contou que a síndrome começou quando ela tinha 19 anos e que qualquer coisa a excitava, desde o barulho do trem até o som do secador de cabelo. Por conta disso, ela passou a recusar convites para ir a locais públicos que tenham agitação e música alta.

Devido à precariedade de estudos sobre a síndrome, não se sabe ainda o perfil de mulher que costuma ser acometida por ela. "Ninguém conhece a real causa, mas são oferecidos mil tratamentos milagrosos. Eu acredito que a cura se dá de maneira multidisciplinar: a mulher precisa de terapia sexual, com intervenção cognitiva e comportamental, medicamentos e até de fisioterapia", diz o especialista.

Dr. Gerson alerta ainda para o problema de a medicina querer sempre dar nomes às doenças e, a partir daí, medicar. Tristeza virou depressão e criança agitada tornou-se hiperativa, por exemplo. "Se a mulher tem orgasmos, mas não sofre de angústia, não precisa ser diagnosticada como uma doente. O mesmo acontece com as que ejaculam ou com os homens que possuem orgasmos múltiplos. Os profissionais ainda têm dificuldade em lidar seriamente com tudo isso e definir os tratamentos corretos. São necessários mais estudos", defende.

Fonte: Juliana Falcão (MBPress)

Tamanho dos dedos tem relação com o tamanho do pênis.

Aquela tese - levada pela maioria como brincadeira - que relaciona o tamanho dos dedos com o tamanho do pênis virou assunto de uma pesquisa séria. O Asian Journal of Andrology se aprofundou no tema e mediu essa relação.

A conclusão? Tem a ver sim!

Os pesquisadores disseram o seguinte: a razão entre os tamanhos do dedo indicador (conhecido como 2D) e o anular (4D) está relacionada ao tamanho do pênis adulto: quanto menor o dedo indicador em relação ao anular, mais comprido o pênis. Ou seja: indicador curto e anular comprido, pênis maior e vice-versa.

A pesquisa, realizada na Coréia, foi feita com 144 homens que tiveram o tamanho dos dedos e do pênis em repouso e esticado - mas não ereto - medidos.

De quebra a pesquisa ainda teve outra constatação: quanto mais alta a pessoa mais comprido tende a ser o pênis em descanso. Mas nada garante, no entanto, que estas conclusões sejam definitivas. O estudo atual não tem as mesmas conclusões que dois outros trabalhos de 2002 e 2007, que relacionam o tamanho do dedo indicador e o comprimento peniano.

Fonte: Vila Dois

Orgasmo - exercícios para aumentar o prazer.

Para algumas mulheres o orgasmo ainda é um mistério. Para outras, uma grande obsessão.Publicidade

Mas existe mesmo uma fórmula para se atingir o orgasmo? Felizmente essa resposta só você pode descobrir, pois cada mulher tem seu próprio jeito de sentir prazer.

Cada um de nós expressa a própria sexualidade de uma forma única. Conhecer cada centímetro do seu corpo e estar confortável com ele é a primeira etapa para ser uma boa parceira sexual e chegar ao orgasmo. A maioria de nós se preocupa com o corpo. E essas preocupações, às vezes, influem em nosso modo de nos sentir em geral e também sexualmente. É preciso encontrar tempo para um diálogo interior. Falar do que a impede de atingir o orgasmo do jeito mais prazeroso para você. Você conhece bem o seu corpo? Seus pontos fortes? Que tipo de toque a excita? Você aceita o seu desejo sexual com naturalidade? Quais são os seus limites sexuais? É importante responder essas perguntas. Procure se conhecer.

Para isso o primeiro passo é deixar o pudor de lado, e encontrar tempo para se descobrir. Existem alguns exercícios para ajudá-la a se descobrir. Lembre-se você vai iniciar a descoberta do seu corpo. Procure tornar o ambiente o mais agradável possível. Você deve estar só e não se preocupar com nada. Desligue-se do mundo, pois este momento é só seu.

Exercício 1 - Imagem Corporal

Esse exercício vai ajudá-la a entrar em contato com seu corpo. Reserve de 45 a 60 minutos, procure um lugar tranqüilo para poder se despir e ficar a vontade. Comece tomando um banho de imersão para relaxar, caso você não tenha banheira, relaxe pode ser no chuveiro.

Enquanto estiver no banho, pare um minuto, fique de olhos fechados e deixe a água correr pelo seu corpo. Procure descontrair-se e agora tente imaginar-se da cabeça aos pés. O que você vê? Como se sente em relação ao seu corpo? Você gosta do que está vendo? Como se sente em relação ao seu corpo. Você mudaria se pudesse? Abra os olhos e olhe para suas mãos, braços, seios, pernas, ventre e pés. Depois de alguns minutos relaxe e termine o banho. Depois que estiver enxuta passe algum tempo olhando-se no espelho (de 10 a 15 minutos) de corpo inteiro. Isso pode ser fácil ou difícil. Você poderá descobrir que tem evitado olhar o seu corpo inteiro, ou então que se acostumou a dar uma olhada rápida, procurando ver só as partes que lhe agradam mais.

Relaxe fique mais a vontade e comece observando sua cabeça, olhe seus cabelos, a forma de seu rosto, a textura da sua pele, seus olhos, nariz, orelhas. O que você vê? O que você mudaria se pudesse? Como tudo isso a faz se sentir sexualmente?

Agora observe o seu tronco, olhe para os seus braços, mãos, dedos, seios, cintura, quadris, pelos pubianos e pergunte outra vez. O que estou vendo? Como eu me sinto com relação ao que vejo? O que mudaria se pudesse? Como essas partes do meu corpo influenciam o modo como me sinto coM relação ao que vejo? O que mudaria se pudesse? Como essas partes do meu corpo influenciam o modo como me sinto em relação a mim sexualmente? Agora vire-se e olhe para a parte de trás de seu corpo. Quando sentir que já se observou por um tempo suficiente, pare alguns minutos para pensar sobre essa experiência:

- Olhar-se foi uma experiência positiva ou negativa?
- Certas partes de seu corpo influenciam a maneira como você se sente em relação a sua própria sexualidade?
- Como você ressalta as partes de seu corpo que se orgulha?
- Quais são as parte s que não lhe agradam?O que você faz para esconde-las?
- De onde tirou suas idéias sobre o que é ou não atraente?
- Alguma vez você se sentiu satisfeita com a aparência do seu corpo? Qual a influencia dessa sensação em sua sexualidade?

As mulheres que fazem do próprio corpo seu inimigo aumentam suas dificuldades para desfrutar da capacidade de sentir e dar prazer, inclusive sexual, que é natural ao corpo

Exercício 2 - Toque

Ao fazer esse exercício procure pensar em seu corpo como um novo mundo a ser descoberto. Passe um pouco de óleo nas mãos e devagar percorra todas as partes do seu corpo, não esqueça nenhuma parte. Veja se consegue se concentrar no que está sentindo. Qual é a sensação que as diferentes partes do seu lhe dão? Vá bem devagar. Toque toda a sua vagina. Qual é a sensação? Sinta o clitóris. Você poderá querer tocar de novo alguma parte de seu corpo para terminar o exercício. Respire algumas vezes profundamente. Inspire devagar contando até três. Expire devagar contando até três. Quando estiver acabado, pense nas seguintes perguntas: Como você se sentiu tocando os seus órgãos genitais? Aprendeu alguma coisa nova sobre si mesma? Comece a descobrir a intensidade e freqüência das carícias que te agradam, e aumentam gradativamente a excitação. Durante essa atividade poderá chegar perto ou até mesmo ter um orgasmo.

Enquanto você se toca procure visualizar situações prazerosas, reforçar fantasias eróticas. Estas estimulações acabam potencializando o estimulo e distraindo a ansiedade e inibições. As fantasias eróticas são fundamentais para que as pessoas vivenciem o verdadeiro prazer sexual. Você só conhece melhor o seu corpo com o passar dos anos, aprenda como relaxar, a hora certa de se ligar e desligar.

Fonte: Fátima Mourah é "Personal Sexy Trainer", professora de artes sensuais e autora dos livros "Sexo pra mulheres casadas" e "Sexo, amor e sedução". Dá palestras e cursos de striptease, pompoarismo, pole dancing, como atingir o orgasmo e massagem erótica.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Bruna Surfistinha vira "Bruninho" na hora do sexo.

A atriz Deborah Secco em cena do filme "Bruna Surfistinha"

Estrelado por Deborah Secco, a Natalie Lamour da novela "Insensato Coração" (Globo, 21h), o filme "Bruna Surfistinha" é um sucesso estrondoso: faturou R$ 4,2 milhões em seu final de semana de estreia, o segundo melhor desempenho de bilheteria no ano, perdendo só para a animação infantil "Enrolados" (Disney).

"Bruna Surfistinha" é uma adaptação do best-seller "O Doce Veneno do Escorpião", lançado em 2005 pela Panda Books, um marco da editora.

O livro se define como "o diário de uma garota de programa", que ficou famosa com um blog repleto de confissões sobre os bastidores da prostituição em São Paulo, histórias de amor, dor, vida e muito sexo.

São relatos picantes e explícitos sobre as transas com homens, mulheres e casais no flat de Raquel Pacheco, nome de batismo de Bruna Surfistinha, que começou a se prostituir aos 17 anos, deixando a família de classe média.

No livro, ela conta que, na época, recebeu R$ 500 para fazer um filme de sexo explícito ("Eles paga muito mal... dá até vergonha de falar"), que contabilizou mais de mil programas em sua carreira de prostituta. Há ainda descrições das relações sexuais com todo tipo de cliente, como a de um homem que a contratou para ser penetrado.

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Leia um trecho de "O Doce Veneno do Escorpião"
No primeiro tempo, quando comecei a chupá-lo, ele de cara me pediu para fazer um "fio terra". Ok. Esse, fiz sem dó. Então, ele pediu para que eu colocasse a cinta que tem um p... de borracha acoplado (óbvio). Mas ele já tinha perguntado pelo telefone se eu tinha, então não foi nenhuma surpresa. Com o p... em mim, me transformei no "Bruninho" e ele se tornou minha fêmea. Não fizemos nada demais. E ele nem desmunhecou. Apenas o comi "de frango assado", enquanto ele batia uma punhetinha. Depois, pediu para eu sentar na beirada da cama para que ele sentasse no meu p... E ele gozou assim. Acho que comi ele gostoso.

Segundo tempo: foi a vez de ele me comer. Cavalguei, dei de quatro, mas ele gozou de novo na punhetinha. Tem cliente que fica com medo de me ligar por causa do preço. Certeza que tem menininha cobrando 300, 400 reais, mas acaba fazendo um, dois, ou, no máximo, três programas por semana, quando muito. Sei que, com essa tal "fama" de Bruna Surfistinha, poderia até cobrar mais. Mas gosto do que faço, não nego. Faz eu me sentir desejada, coisa que nunca fui. E, óbvio, tem o lado prático. Sou uma pessoa prática: quanto mais programas fizer, mais grana entra. Não perco tempo negociando preço. Um monte de caras fica chorando desconto, vantagens, exclusividade. Não tenho saco para nada disso.

Da mesma forma que entrei nessa, sei que vou sair. Não quero ser puta o resto da vida. Trabalho para isso. Primeiro, me livrei de cafetão. Não vou dar metade ou mais do que ganho para ninguém. Sim, tem um lado ruim, de trabalhar sozinha, que é a insegurança. Atender em um flat ajuda um pouco. E eu sempre fico com o telefone do cliente - e confirmo se é dele mesmo. "Me dá seu telefone. Se pintar alguma emergência, eu posso ligar e desmarcar." Como eles sempre marcam com algumas horas de antecedência, fica sussu. Até hoje, nunca tive problemas com clientes agressivos. Ainda bem, né? Meu maior medo, no fundo, é encontrar algum amigo do meu pai ou das minhas irmãs. Já fiz programas com caras conhecidos, colegas do Bandeirantes até (que não me reconheceram, mas eu fiz questão de contar: "Eu me lembro de você de algum lugar, mas não é da putaria. Nós estudamos no mesmo colégio").

Sozinha, trabalhando de segunda a sexta, faço de 25 a 30 programas por semana. Tem dias que rola até mais de cinco, mas também não é legal passar muito disso. Cada programa, aqui no meu flat, dura uma hora e, por 200 reais, faço oral e vaginal. Se quiser anal, já sobe para 250 reais (isso foi depois da minha participação no Pânico, em junho, quando resolvi aumentar um pouquinho, já que a procura aumentou: antes, durante muuuuito tempo, cobrava 150 reais e 200, respectivamente). Quantas vezes der para fazer nessa uma hora. E não precisa pagar motel, flat, nada: está tudo incluído. A menos que o cliente queira ir ao motel ou queira me chamar no hotel dele (aí, cobro o dobro, por conta do deslocamento). Com esse jeito de trabalhar, já me permito folgar nos finais de semana. Com todo mundo não é assim? Por que com uma garota de programa seria diferente?

Mesmo encarando tudo o que faço como uma relação comercial, confesso que já tive pena de cliente. Lembro que pensei: "Pô, esse cara economizou um tempão para estar aqui comigo". Como eu soube? Ele juntou tudo em notas de um real. Isso mesmo!

O Doce Veneno do Escorpião (o livro)
Autor: Bruna Surfistinha
Editora: Panda Books
Páginas: 172
Quanto: R$ 28,82 (preço promocional por tempo limitado)
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Sexo em grupo é mais comum do que se imagina, diz autora.

"Regina Navarro Lins revela o íntimo sexual da sociedade brasileira."

A psicanalista e escritora Regina Navarro Lins tem causado burburinho na cama das pessoas. Seus livros "A Cama na Rede" e "Se Eu Fosse Você" gozam de muita reputação, e despertam a curiosidade de diversos leitores e talvez até discussões (que podem ser positivas, naturalmente) entre casais que se mostrem insatisfeitos com a atual vida sexual.

Com muitos anos de experiência ouvindo as angústias de pessoas entre 13 e 80 anos, percebeu que as questões relacionadas a amor e sexo eram algumas das que mais despertavam o mal-estar entre os pacientes. Com uma ideia muito legal, manteve por anos o site Cama na Rede, onde anomimamente os internautas respondiam às perguntas sobre suas intimidades, como se elas já haviam sido infieis, gostariam de experimentar sexo a três e se sonhavam com algum fetiche.

Antenada com os sintomas da cultura e o desejo da sociedade em ler e descobrir de tudo relacionado ao sexo e amor, a psicanalista concedeu entrevista à Livraria da Folha e revela o que tem observado do desejo sexual íntimo de homens e mulheres brasileiros.

Divulgação
Livraria da Folha: Para o público no geral, alguns números vistos no livro "A Cama na Rede", podem até ser surpreendentes. Mas para você, que acompanha os desejos de homens e mulheres há algum tempo, ficou surpresa com algum resultado específico?

Regina Navarro Lins: Eu já esperava a maioria dos resultados, mas houve alguns que me surpreederam. Para mim já estava claro que muita gente deseja fazer sexo a três, pois havia recebido diversas mensagens sobre isso. Mas nunca pensei que o percentual chegasse a 77%. Outro resultado que me surpreendeu foi o fato de 75% acreditarem ser possível ser feliz sem ter um par amoroso. Isso é ótimo, porque na nossa cultura aprendemos que só é possível viver bem se formarmos um casal, o que leva muita gente procurar desesperadamente um par. É fundamental que as pessoas desenvolvam a capacidade de viver bem sozinhas, até mesmo para poderem fazer melhores escolhas amorosas. Apesar de a maioria dos casamentos serem insatisfatórios é comum as pessoas o defenderem. Causou surpresa 80% dizerem que o casamento não é o melhor caminho para a vida a dois. Alguns resultados só vieram confirmar o que digo sempre: 72% declararam que já foram infieis; 72% acreditam que com o tempo o tesão pelo parceiro (a) diminui; 63% já amou duas pessoas ao mesmo tempo; 88% afirmam que os homens se desesperam quando broxam; 74% já transaram com uma pessoa casada; 91% já viveram alguma decepção amorosa.

Livraria da Folha: Em uma análise geral, encontram-se rastros que indiquem que a sociedade é machista?

Regina Navarro Lins: Existem muitos rastros. Desde que o sistema patriarcal se instalou, há cinco mil anos, a sociedade é profundamente machista. Apesar de a maioria dos homens ainda perseguir o ideal masculino da nossa cultura - força, ousadia, sucesso, poder, nunca falhar -, eles estão começando a se sentir exaustos. Há algum tempo já se discutem em todo o mundo os prejuízos da busca dessa masculinidade. Os prejuízos do machismo são muitos. Poucos homens conseguem experimentar a intimidade emocional com a mulher, em vez de somente a sexual. Não é de se estranhar, então, o resultado de um importante estudo sobre sexualidade realizado, nos Estados Unidos, que mostrou que quase a metade de homens e mulheres americanos sofrem de disfunção sexual.

Muitas mulheres, por conta de tanta repressão, ainda têm dificuldades no sexo, mas não resta dúvida de que os estereótipos tradicionais de masculinidade inibiram a capacidade de prazer sexual do homem. Demonstrar ternura, se entregar relaxado à troca de prazer com a parceira é difícil. Perder o controle ou falhar é uma ameaça constante, tornando o sexo uma experiência ansiosa e limitada. Na pesquisa, que está no livro "A Cama na Rede", 75% afirmam que o machão está em baixa. Isso é verdade; as mentalidades estão mudando. O homem machão está perdendo o prestígio. Ainda bem. Isso é bom para a mulher e principalmente para ele próprio. Quanto mais autônoma e livre de estereótipos, mais a mulher valoriza o homem sensível, que não tenha vergonha de chorar, de ficar triste, que fale dos seus sentimentos e aceite seus próprios fracassos. Muitos homens já estão concordando com John Lennon: "Não está na hora de destruirmos a ética do macho?... A que nos levaram todos esses milhares de anos?"

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Livraria da Folha: No secreto, qual o verdadeiro desejo da mulher? Ela gosta de transar e gostaria de ser mais "desencanada"?

Regina Navarro Lins: Embora no século 20 a moral sexual tenha sofrido grandes transformações e homens e mulheres não acreditem conscientemente que o ato sexual seja um grande pecado, no inconsciente os antigos tabus ainda persistem. Muitos ainda sofrem com seus desejos, fantasias, medos, culpas, frustrações. Estamos no meio de um processo de uma profunda mudança das mentalidades, que se iniciou com os movimentos de contracultura das décadas de 60/70. Até então a mulher deveria ser casta e passiva. Uma herança do século 19, no qual muitas teorias foram criadas afirmando que só o homem tinha prazer sexual.

O prazer da mulher seria, apenas, o de ter e criar os filhos. Considerava-se marca da feminilidade a mulher não gostar de sexo. Isso melhorou um pouco no século 20, mas as mulheres foram condicionadas à ideia de que sexo e amor têm que caminhar juntos, o que é um grande impedimento para sua vida sexual. Hoje, você encontra mulheres que ainda carregam culpa em relação ao sexo, e outras que já se liberaram e buscam viver intensamente o prazer. Muitas declaram que gostariam de ter coragem para ousar mais no sexo, de pôr em prática suas fantasias. Uma fantasia muito comum nas mulheres é a de transar com dois homens ao mesmo tempo e de fazer sexo em grupo.

Livraria da Folha: Os que não realizam as fantasias sexuais, como tentar uma posição ou algo diferente, ou fazer sexo a três, realizam como suas pulsões? Por meio de pornografia?

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Regina Navarro Lins: A repressão sexual é um conjunto de interdições, permissões, valores, regras estabelecidas pelo social para controlar o exercício da sexualidade. Ela faz com que muita gente reprima seus desejos menos convencionais ou desista do sexo e fique quieta no seu canto. No Ocidente o sexo é visto como algo muito perigoso. A condenação do sexo surgiu, com o patriarcado restringindo-se, no início, às mulheres, para dar ao homem a certeza da paternidade. No cristianismo a repressão sexual generalizou-se. O padrão moral tornou-se, em tese, o mesmo para homens e mulheres, embora na prática houvesse maior condescendência para com o homem. A repressão não é apenas algo que vem de fora, submetendo as pessoas.

As proibições e interdições externas são interiorizadas, convertendo-se em proibições e interdições internas, vividas sob a forma de vergonha e culpa. A questão é que quando a repressão é bem-sucedida, já não é sentida como tal e a aceitação ou recusa por um determinado tipo de comportamento é vivido como se fosse uma escolha livre da própria pessoa. A doutrina de que há no sexo algo pecaminoso é totalmente inadequada, causando sofrimentos que se iniciam na infância e continuam pela vida afora.

O psicanalista Wilhelm Reich considera que as enfermidades psíquicas são a consequência do caos sexual da sociedade, já que a saúde mental depende da potência orgástica, isto é, do ponto até o qual o indivíduo pode se entregar e experimentar o clímax de excitação no ato sexual. José Ângelo Gaiarsa afirmava que uma explicação possível para haver tanta repressão reside no fato de que, quanto mais o indivíduo vai ampliando, aprofundando e diversificando sua vida sexual - e isso significa transgredir -, mais coragem ganha para fazer outras coisas, questionar outros valores. Começa a viver com maior vontade e decisão. Pode começar a se tornar perigoso. Então, não deve ser à toa nem por acaso que as forças repressoras de todas as épocas se voltaram tão sistemática e precisamente contra a sexualidade humana.

Outra semana tive a prova de como o sexo é visto como perigoso ao participar ao vivo do programa Sem Censura, da TV Brasil, para falar dos livros A Cama na Rede e Se eu fosse você. Logo no início, a apresentadora Leda Nagle me perguntou sobre os resultados da pesquisa que deram origem aos livros. Quando eu disse que me surpreendeu o fato de 77% terem declarado desejar fazer sexo a três, ela me impediu de continuar falando sobre isso. Alegou ser 16.30h e estarmos numa TV pública. Penso ser necessário refletirmos sobre esse absurdo. Não tenho dúvida de que essa repressão que impede de se conversar livremente sobre sexo é nociva. Além de tantos prejuízos causados à vida íntima das pessoas, ela está entre as causas da violência e dos crimes sexuais.

Livraria da Folha: Para encontrar um dos muitos "equilíbrios" sexuais, mulheres deveriam assistir mais a vídeos eróticos, ou homens deveriam ver menos filmes pornográficos?

Leo Caldas/Folhapress
Regina Navarro Lins: Não. Não acredito que esta seja a saída para o desencontro sexual entre homens e mulheres. Homens e mulheres fazem sexo em menor quantidade do que necessitam e com muito menos qualidade do que poderiam, se frustrando durante sua própria realização. O pré-requisito básico para haver uma relação sexual satisfatória é a ausência de repressão, vergonha ou medo. Na sociedade hipócrita e moralista em que vivemos, uma sexualidade plena e satisfatória é muito rara, só se observando em alguns poucos casos. Para haver um sexo realmente prazeroso é fundamental que os homens se libertem do mito da masculinidade, e as mulheres do amor romântico e da ideia de que devem corresponder às expectativas do homem. É grande a quantidade de homens que vão para o ato sexual ansiosos em cumprir uma missão: provar que são machos. A preocupação em não perder a ereção é tanta que fazem um sexo apressado, com o único objetivo de ejacular, e pronto.

A mulher, com toda a educação repressora que teve ainda se sente inibida em sugerir a forma que lhe dá mais prazer. Acaba se adaptando ao estilo imposto pelo homem, principalmente por temer desagradá-lo. Fazer sexo mal é isso: não se entregar às sensações e fazer tudo sempre igual, sem levar em conta o momento, a pessoa com quem se está e o que se sente. As pessoas que gostam de verdade de sexo e o sabem fazer bem não têm preconceito, consideram o sexo natural, fazendo parte da vida. A busca do prazer é livre e não está condicionada a qualquer tipo de afirmação pessoal. Então, o sexo é desfrutado desde o primeiro contato, e se cria o tempo todo junto com o parceiro, até muito depois do orgasmo. O único objetivo é a descoberta de si e do outro, numa troca contínua de sensações, em que cada movimento é acompanhado de nova emoção. O ato sexual pode ser uma comunicação profunda entre duas pessoas, e para isso é importante que não se tenha nada planejado, sendo criação contínua em que nada se repete. Sendo assim, o sexo deixa de ser a busca de um prazer individual para se tornar um poderoso meio de transformar as pessoas. E nem é necessário haver amor. O ponto de partida fundamental para uma relação sexual de qualidade é o desejo.

Livraria da Folha: Sobre o sexo "esfriar" depois do casamento, as pesquisas indicam o "mais do mesmo" ou revelam algo novo?

Regina Navarro Lins: O sexo no casamento é o maior problema enfrentado pelos casais. O casamento é o lugar onde menos se faz sexo. A pesquisa feita para o livro A Cama na Rede só confirmou isso: 72% declararam que com o tempo o tesão pelo parceiro diminui. Essa questão só passou a ser problema quando, recentemente, o amor e o prazer sexual se tornaram primordiais na vida a dois e se criaram expectativas em relação a isso. Antes, não se cogitava em realização afetiva e prazer na vida de um casal. Bastava o marido ser provedor e respeitador; a mulher ser boa dona de casa e mãe, que estava tudo certo. Mas como resolver a situação de casais que, após alguns anos de vida em comum, constatam decepcionados terem se tornado irmãos? Alguns dizem que é necessário quebrar a rotina e ser criativo. As sugestões são variadas: ir a um motel, viajar no fim de semana, visitar uma sex-shop. Mas isso de nada adianta. O desejo sexual intenso é que leva à criatividade, e não o contrário. Quando não há desejo, a pessoa só quer mesmo dormir.

Quem se angustia com essa questão sabe que desejo sexual não se força, existe ou não. Não é necessário dizer que existem exceções, e que em alguns casais o desejo sexual continua existindo após vários anos de convívio. Mas não podemos tomar a minoria como padrão. Mesmo que os dois se gostem, a rotina, a excessiva intimidade e a falta de mistério acabam com qualquer emoção. Busca-se muito mais segurança que prazer. Para se sentirem seguras, as pessoas exigem fidelidade, o que sem dúvida é limitador e também responsável pela falta de desejo. A certeza de posse e exclusividade leva ao desinteresse, por eliminar a sedução e a conquista. Familiaridade com o parceiro, associada ao hábito, podem provocar a perda do desejo sexual, independente do crescimento do amor e de sentimentos como admiração, companheirismo e carinho.

Livraria da Folha: Em tempos passados, pensar, abertamente, em sexo já era crime. Atualmente, discute-se sobre e se faz (no Brasil) com inibições pontuais. Logo, qual é o futuro do sexo? Sexo a três e posições além do Kama Sutra tendem a se popularizar também?

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Regina Navarro Lins: Daqui a algumas décadas existirão relações duradouras, mas talvez não sejam predominantes. As tendências apontam para o aumento do número de relações do tipo instantâneo e efêmero e do sexo em grupo. A prática do sexo em grupo, conhecida como bacanal ou orgia, é uma das variáveis mais curiosas da sexualidade humana. A Grécia Clássica, berço de nossa civilização, se não inventou a orgia teve seus praticantes mais organizados. O governo subsidiava as chamadas dionisíacas, que constava de um grande banquete aberto a todos. Os participantes se vestiam como ninfas, sátiros, bacantes, etc... e atravessavam a noite realizando jogos eróticos animados pelo vinho que corria livremente. Tais festas rapidamente se transformavam em orgias públicas. Atualmente, frequentemente ignorada, ocultada e reprimida, a prática do sexo em grupo é mais comum do que se imagina. Não é raro casais, homens e mulheres solteiros, e também muitos casados, irem sozinhos experimentar o sexo grupal nos clubes especializados.

O swing - a troca de casais - também se torna cada vez mais comum; chegou à classe média do Ocidente em fins da década de 70, nos EUA, embalada pela revolução sexual, mas sua prática é antiga em outras civilizações. Os esquimós costumavam deixar suas mulheres emprestadas ao vizinho, quando saíam para caçar. O objetivo era a preservação da mulher, que podia não resistir às baixas temperaturas, sem apoio de alguém. A China também tinha o costume, até a Revolução Cultural, de os maridos, quando se ausentavam, alugarem as esposas. Os filhos que nascessem no período pertenceriam àquele que alugara a mulher. No Tibet, na África e no Havaí há registro sobre o costume em questão. Penso que no futuro homens e mulheres poderão buscar a realização de seus desejos sem culpa por se livrarem da submissão à moral que nos foi imposta. Mas não podemos esquecer que os sexy games, que surgirão, também trarão muitas novidades.

Livraria da Folha: Do mesmo modo, a bissexualidade, já defendida por Freud, tende a se desenvolver na sociedade?

Regina Navarro Lins: Penso que sim. As estatísticas mostram que a grande maioria já sentiu, de alguma forma, desejo por ambos os sexos. Nunca se falou tanto em bissexualidade como dos anos 90 para cá. A manchete de capa da revista americana Newsweek de julho de 1995 era: "Bissexualidade: nem homo nem hetero. Uma nova identidade sexual emerge." Na pesquisa feita pelo americano Harry Harlow, mais de 50% das mulheres, numa cena de sexo em grupo, se engajaram em jogos íntimos com o mesmo sexo, contra apenas um por cento dos homens.

Entretanto, quando o anonimato é garantido a proporção de homens bissexuais aumenta a um nível quase idêntico. Marjorie Garber, professora da Universidade de Harvard, que elaborou um profundo estudo sobre o tema, compara a afirmação de que os seres humanos são heterossexuais ou homossexuais às crenças de antigamente, como: o mundo é plano, o sol gira ao redor da terra. E pergunta: "Será que a bissexualidade é um 'terceiro tipo' de identidade sexual, entre a homossexualidade e a heterossexualidade - ou além dessas duas categorias?" Acreditando que a bissexualidade tem algo fundamental a nos ensinar sobre a natureza do erotismo humano, ela sugere que em vez de hetero, homo, auto, pan e bissexualidade, digamos simplesmente "sexualidade'". Quando trabalhamos com as tendências devemos ficar atentos aos sinais. Há algum tempo que se observa a bissexualidade nas adolescentes. Não é raro encontrarmos meninas que se apaixonam por outras meninas, independente do fato de também namorar rapazes.

Livraria da Folha: E com isso, como ficam os casamentos? Aliás, qual a relação de amor e sexo?

Regina Navarro Lins: O amor é uma construção social. O amor romântico, pelo qual todos anseiam, passou a fazer parte do casamento recentemente. Antes, as pessoas se casavam por interesses econômicos da família. Esse tipo de amor é calcado na idealização do outro; propõe a fusão entre os amantes e a ideia de que os dois se completando nada mais vai lhes faltar. Traz expectativas próprias como a de que quem ama não se relaciona sexualmente com mais ninguém. Mas o amor romântico não resiste ao dia-a-dia do casal. A idealização não consegue ser mantida, porque na convivência você é obrigado a enxergar os aspectos que você não gosta no parceiro. E aí vem o desencanto.

Felizmente, esse tipo de amor está saindo de cena, levando com ele a exigência de exclusividade, uma das suas principais características. Vivemos um período de grandes transformações no mundo, e, no que diz respeito ao amor, o dilema atual parece se situar entre o desejo de simbiose com o parceiro e o desejo de liberdade, sendo que este último começa a predominar. Na pesquisa do livro A Cama na Rede, 75% acreditarem ser possível ser feliz sem ter um par amoroso e 80% disseram que o casamento não é o melhor caminho para a vida a dois. No futuro menos pessoas vão desejar se fechar numa relação a dois. As pessoas podem vir a ter relações estáveis com várias pessoas ao mesmo tempo, escolhendo-os pelas afinidades. Talvez, quem sabe, uma para ir ao cinema e teatro, outra para conversar, outra para viajar, a parceria especial para o sexo, e assim por diante. A ideia de que um parceiro único deva satisfazer todos os aspectos da vida pode se tornar coisa do passado.

Fonte: Folha.com

sábado, 9 de julho de 2011

Truques caseiros para apimentar o sexo.

Às vezes, tudo que você precisa para aquecer de verdade uma noite está bem longe dos sex shop - na verdade,pode estar ali, no armário do quarto ou até na cozinha. Parece loucura? Pois saiba que improvisos caseiros para apimentar o sexo podem mesmo fazer a cama pegar fogo.

A "personal sexy trainner" e nossa colunista "Fátima Mourah" confirma que eles podem mesmo ser um excelente incentivo para colocar pimenta na relação. "Vale desde mudar o visual e escolher uma lingerie bonita até fazer uma dança sensual. O importante é ter criatividade e não ter medo de ousar".

Espelho estrategicamente posicionado, gelos, lenços como algemas, velas, pétalas de rosas, frutas, música de fundo... segundo Fátima, tudo o que for melhor para a relação e para tornar o casal ainda mais íntimo pode (e deve) ser usado. "Noites temáticas também são ótimas. Vale tentar ‘queijos e vinhos’, ‘tropical’, ‘oriental’ ou ‘romântica’".

Mas, se além disso você tiver o fetiche do acessório, vá com calma. Fátima lembra que usá-los é delicado e depende da cabeça e do grau de intimidade do casal. "Comece com algo que não agrida o parceiro, converse antes sobre o assunto e tente saber a opinião. Visite uma butique sensual com ele, mas vá devagar", sugere.

Para apimentar, sem forçar a barra, a dica de Fátima é tentar fazer tudo de maneira natural, com cumplicidade e respeitando limites. "É preciso também conhecer as próprias fantasias, pois cada um teus seus anseios e desejos", alerta. Então, não importa se é uma massagem, uma nova posição, uma fantasia ou até um local inusitado, se fizer bem para os dois, vale arriscar - e temperar de um jeitinho fácil a receita antiga que você achou que sabia de cor.

Fonte: Sabrina Passos (MBPress)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ORGASMOS MÚLTIPLOS.

Ciclo da resposta sexual humana

Na década de 60, dois pesquisadores americanos, Masters e Johnson, montaram um laboratório onde se podia pesquisar cientificamente as modificações corporais durante o ato sexual humano. Denominaram Ciclo da Resposta Sexual Humana a esse conjunto de alterações fisiológicas, o qual era constituído por 4 fases distintas. Mais tarde, a psiquiatra Helen S. Kaplan reorganizou esse conceito, identificando mais uma fase, a do desejo. O Ciclo foi então definido tendo três fases distintas: o desejo, a excitação e o orgasmo.



DESEJO

Essa é a 1a Fase Sexual, onde os instintos são estimulados e os apetites crescem. O desejo e a sensualidade são experiências subjetivas que incitam a pessoa a buscar atividade sexual. Em termos cerebrais, há mensagens neurofisiológicas que motivam a busca por sexo. Esses sinais neurológicos ainda não foram bem explicados, mas já se fala em uma espécie de Centro de Desejo Sexual no Cérebro, que seria constituído principalmente por uma pequena região cerebral denominada Claustro. Nos homens, o estímulo visual é de extrema importância para iniciar e manter o desejo sexual.

EXCITAÇÃO

A 2a Fase do Ciclo Sexual ocorre quando o corpo passa a responder fisiologicamente frente aos estímulos que dispararam o desejo sexual. Ou seja, a excitação é a resposta do corpo ao desejo. No homem, a excitação é demarcada pela ereção (quando o pênis fica rijo), na mulher, pela lubrificação vaginal. Duas alterações fisiológicas são as principais protagonistas nesse jogo. A congestão vascular, que é o aumento da quantidade de sangue superficial e/ou profunda acumulada em alguns órgãos do aparelho genital e extra genital, e a miotonia, que é a crescente e involuntária contração de fibras musculares.

ORGASMO

Esta é a última Fase do Ciclo da Resposta Sexual. O orgasmo, o êxtase, o gozo ou ápice de prazer é atingido quando ocorre a liberação total das tensões antes retidas, acompanhada de uma contração muscular rítmica. Nos homens observa-se a ejaculação. Acompanha-se de todo esse processo, a sensação subjetiva de profundo prazer.

Após o orgasmo, o homem tem o que se chama de Período Refratário, fenômeno este não identificado nas mulheres. É um tempo de relaxamento necessário para que ele possa reiniciar novamente a atividade sexual. Nos jovens esse período pode ser de segundos, nos mais velhos, de horas a dias.

ORGASMOS MÚLTIPLOS

Definem-se Orgasmos Múltiplos aqueles picos orgasmos (de prazer) que ocorrem em seqüência, um imediatamente após o outro sem interrupção alguma. Logo, os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, pois estes apresentam o período refratário, que é um impedimento fisiológico. Mesmo nas mulheres, não é um fenômeno muito freqüente.

O orgasmo feminino é muito complexo e não apresenta somente um padrão. Pode ocorrer um único e intenso orgasmo, vários orgasmos de menor intensidade ou uma união dessas duas variações. É também comum a mulher confundir a sensação prazeirosa após o coito como se estivesse experimentando novos orgasmos. Para o homem é difícil detectar se sua parceira teve vários orgasmos, principalmente se estes últimos não foram tão intensos. Por vezes percebem o orgasmo feminino pelo súbito aumento de contrações da vagina pressionando o próprio pênis. Em outras ocasiões, podem ser vítimas de um comportamento não recomendável por parte das mulheres que é a simulação do prazer. Parceiras que simulam o orgasmo tendem apenas a trazer complicações ao ajuste sexual do casal.

Os Múltiplos Orgasmos não são a regra geral e não definem por si só se a mulher tem mais, ou não, prazer quando comparada a outras com um único orgasmo. Também não se sabe se há alguma predisposição biológica ou emocional a apresentar tal tipo de resposta sexual. O mito diz que a mulher multiorgásmica é mais fogosa e pode dar maior prazer ao homem, mas não há nenhuma evidência que comprove tal teoria, até porque muitas simulam o prazer sem a percepção do parceiro. O maior prazer do homem frente as supostas mulheres multiorgásmicas está, em grande parte, associado a fantasias de ele próprio ser um "super macho" capaz de levar a mulher às alturas no domínio do prazer.

Fonte: ABC da Saúde

POLE DANCE - Sensualidade e Dança

Pole dance (em português: dança do cano, dança da barra, dança do varão ou ainda dança do poste - literalmente -, também conhecida como barra americana) é uma forma de dança e ginástica. Original da Inglaterra dos anos 1980, foi introduzida em Portugal em 2005 pela escola Círculo de Dança de Lisboa.

Se trata de uma dança sensual utilizando como elemento um poste ou barra vertical sobre o qual a bailarina(o) realiza sua actuação. Este termo, é comumente associado ao âmbito dos strip clubs, porém recentemente, também se utiliza o termo pole dance artístico nos cabaretes e nos circos em espetáculos acrobáticos que não apelam ao erotismo como ferramenta visual.

Existem diferentes vertentes de pole dance. Antigamente associado às casas noturnas e ao strip-tease, o pole dance assume hoje outras vertentes, como por exemplo o pole dance fitness, para a finalidade de trabalhar os determinados grupos musculares, ficar com o corpo em forma e praticar algum desporto. Há o poledance artístico, que visa mais ao lado acrobático e é incorporado principalmente em espetáculos de performace, no circo etc. E também o poledance sensual ou erótico, que é o que se vê nos strip clubs e que visa mais ao lado erótico e sensual.

O "pole dance" requer certa força e resistência. Nos strip clubs, o pole dance se realiza de forma não tão ginástica, mas também acompanhado de um strip-tease.

Tem uma competição que acontece desde 2003 e esse vai ser o primeiro ano em que vai ter uma participante brasileira, a participar de um campeonato mundial do poli dance mundo, e eu fui convidada pela própria federação a representar o Brasil. E esse ano mais pro final do ano nós vamos ter o primeiro miss poli dance Brasil , mas no momento nós temos o da federação que são 18 paises concorrentes. Vão estar lá, Canadá, EUA, China, Espanha, Inglaterra, Argentina, e nós vamos estar lá participando mostrando um pouco do que a brasileira é capaz de fazer.

Desses movimentos que você fez qual é mais difícil?

A parte de ingressão, aqui no caso esse mastro ele tem 2,30m então ele é um pouco baixo pra minha altura , no estúdio a gente tem um astro de 3m de altura, em que a gente consegue fazer movimentos que começam no meio do mastro e ir subindo, ou que começam no alto e ir descendo o mastro. O processo mais difícil é a inversão, que é ficar de ponta cabeça que é o que todas as alunas querem ah quando é que eu vou ficar de ponta cabeça?. Tem que ter primeiro um preparo onde elas vão um conhecimento, vão ter mais confiança em si própria ai depois que elas estão determinadas a um fortalecimento é vão estar fazendo as inversões, e eu não deixo nenhuma aluna fazer um movimento sozinha, eu tenho que estar do lado dela ensinando mostrando, demonstrando, segurando elas como se fosse mãe, que qualquer coisa eu to aparando.

Então me mostre algum passo inicial?

O passo inicial que nós utilizamos é o basic fireman, que na tradução é o básico bombeiro, que é primeiro giro que elas aprendem. Então todos giros se dão em torno de três passos, pois esses passos me dão velocidade. Primeiro eu vou demonstrar depois eu explico. Esse é o primeiro giro, a gente vai levar a mão direita à cima vai dar três passos vai trazer ao mastro os joelhos, pois é o joelho que ajuda a travar , alem da força do braço que trabalha o antebraço e ombro, e a parte interna da coxa, porém eu vou travar não no meio da coxa, e sim mais perto do joelho. O que as alunas reclama o que qualquer pessoa reclama no inicio, que da uma queimação na pele como a pele não está acostumada com esse movimento de fricção com o mastro você vai sentir uma leve queimação na pele. E roxos também acontecem , às vezes de ir com muita velocidade e bate, daí aparece, ou se não a pessoa tem a pele um pouco mais sensível.

Assiste clicando neste link: Clique aqui

Fonte: "Wikepedia e youtube"

domingo, 3 de julho de 2011

Técnicas de pompoarismo aumentam o prazer a dois.

Atingir orgasmos mais profundos, ampliar o prazer do casal e prevenir doenças.

Esses são alguns dos benefícios oferecidos pelo pompoarismo. Conhecida como uma ginástica vaginal, a técnica tem como objetivo ensinar a mulher a controlar de maneira consciente os músculos do canal vaginal.

Lu Pompoar, personal sexy trainer e especialista no assunto, acredita que toda mulher deveria dominar os exercícios. "Eles fortalecem todo o grupo muscular da vagina e do assoalho pélvico, evitando doenças como incontinência urinária, queda do útero e bexiga", comenta.

Quanto ao prazer, Lu Pompoar explica que o orgasmo vaginal fica mais intenso, longo e profundo. "É um verdadeiro treino da valorização da mulher e do romance: desperta a libido e faz a mulher se sentir mais desejada, mais sensual e com autoestima lá em cima". E revela: "Algumas alunas minhas só descobriram o que é orgasmo após o curso de pompoar, pois com a técnica e o treino a mulher sensibiliza a vagina de dentro para fora."

Não é só a mulher que desfruta dos benefícios da técnica. Lu conta que o homem que faz sexo com quem domina a técnica jamais esquece. "A parceira consegue fazer vários movimentos sensuais com a vagina no pênis. Ela pode, literalmente, prender o membro dentro dela, massagear, beijar, morder, torcer, sugar e até segurar a ejaculação com a vagina".

Lu Pompoar oferece uma aula intensiva de pompoarismo com duração de quatro horas. Nela, a mulher faz exercícios (sem a necessidade de ficar nua) para localizar e mover de forma separada os três principais anéis vaginais e em conjunto e ganhar velocidade e força no movimento. Para a aula, as interessadas devem estar com short ou calça de ginástica.

No mês de agosto, em São Paulo, a especialista vai inaugurar a primeira Escola de Pompoar do Brasil. Lá serão oferecidos cursos de seis meses, com aulas semanais de uma hora de duração. "Este será o módulo passo a passo. A aluna terá noções de consciência corporal, agilidade e força vaginal, kama-sutra do pompoar, autoestima, sensualidade, libido e valorização feminina".

A aula personalizada tem valor médio de R$ 350. Já a o curso em grupo custa R$ 150 por pessoa. "Como qualquer treino, o ideal é que a mulher procure seu médico antes de começar. Em casos de mioma, ela só poderá usar os acessórios se for liberada pelo ginecologista", lembra Lu.

Entre os exercícios que podem ser praticados em casa está o de dar ‘beijinho’ com a vagina. A mulher se senta em uma cadeira em cima de sua mão e faz um esforço, como se fechasse a entrada. "O exercício estará correto se ela sentir o períneo (músculo que divide a vagina do ânus) movendo em sua mão e, se olhar no espelho, terá a impressão de dar pequenos beijinhos com a vagina", explica Lu.

Além das aulas, há o material de apoio: o livro "Pompoar: Prazer & Saúde", que além da técnica traz um programa de treinamento, e o DVD-aula "Os Segredos do Pompoarismo", de autoria de Lu Pompoar. "A aluna pode treinar sozinha e, quando tiver mais domínio sobre a técnica, fazer com o parceiro", recomenda a especialista

Fonte: Por Juliana Falcão (MBPress)

Dicas para praticar o Sexo Oral.

A repressão sexual não permitiu várias práticas e o sexo oral é uma delas. Felizmente isso começou a mudar durante o século 20 e hoje podemos discutir e derrubar tabus.

Atualmente, a sexologia moderna apresenta o sexo como um jogo feliz e sem regras que permite desenvolver as dimensões daquele que o pratica sem travas impostas pela educação em geral. Com essa premissa básica de respeitar os desejos do outro, pode-se dizer sem dúvida que no sexo não há nada proibido.

A perfeição não existe em matéria de sexo. Mas o ideal é se aproximar do ponto que o amante alcance o máximo do prazer. O banho a dois pode ser considerado um jogo, carícias e atitudes que contribuem para tornar o sexo oral mais prazeroso e estimulante.

O segredo do sexo oral é muito simples, basta que quem o faça esteja convencida e desfrute tanto desse momento como aquele que recebe. A lavagem dos genitais em uma parte do jogo é bem estimulante e cria um clima sensual e acaba na masturbação. A excitação é sentida no prazer de beijar e lamber a glande ensaboada, acariciar os testículos e sentir a pulsação do membro como respostas as caricias.

- Os jogos preliminares não têm limites e tudo é válido: aromas, sabores, carícias em diferentes partes do corpo. Tudo vale antes que a boca entre em contato com o pênis.

- A delicadeza ao tratar o pênis é fundamental. Para controlar a profundidade de entrada do pênis em sua boca, enlace-o com uma ou ambas as mãos antes de beijar ou lamber. A glande é a parte mais sensível.

- Convém pegar o membro com delicadeza, cobrir os dentes com os lábios e buscar a pressão adequada e o ritmo exato sem apertar demais.

- Aumente o prazer dele variando a ação da língua e lábios.

- A técnica aplicada sem paixão reduz-se a um movimento mecânico e pouco estimulante.

- Quando a excitação do amante vai aumentando, o ritmo das caricias devem mudar. Se ele está a ponto de chegar ao nível máximo de excitação, é preciso afastar-se do pênis e acariciar os testículos durante um tempo para supreendê-lo, ou dar grandes lambidas lentas ao longo de todo o tronco para aumentar o desejo dele. E com a mesma intenção roçar a glande lentamente com os lábios, em uma carícia que elevará sem limites o seu prazer.

Fonte: Fatima Morah